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Tenente da PM morre após passar mal durante teste físico para promoção de oficiais no Piauí

José Luzia da Silva, de 63 anos, sofreu uma parada cardiorrespiratória após concluir o Teste de Aptidão Física; militar estava apto para participar da avaliação, segundo a corporação

PM morre após realizar Teste de Aptidão Física (TAF) para promoção. (Foto: montagem / reprodução)

O 1º Tenente da Polícia Militar do Piauí José Luzia da Silva, de 63 anos, morreu após passar mal durante o processo de promoção de oficiais da corporação. De acordo com a PM, o militar apresentou um mal-estar súbito após a realização do Teste de Aptidão Física (TAF) e evoluiu para uma parada cardiorrespiratória.

Segundo nota divulgada pela instituição, o oficial já se encontrava em repouso quando começou a passar mal. Equipes de saúde que acompanhavam a atividade iniciaram imediatamente os procedimentos de emergência.

A Polícia Militar informou que uma ambulância do Hospital da Polícia Militar (HPM), equipada com suporte avançado de vida, médico e profissionais de saúde, estava no local para atendimento de eventuais intercorrências.

Após o início das manobras de ressuscitação cardiopulmonar e demais medidas de suporte avançado, o tenente foi encaminhado ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT), onde os procedimentos continuaram. Apesar dos esforços das equipes médicas, ele não resistiu.

A corporação destacou que o militar havia realizado regularmente a inspeção periódica de saúde exigida pela instituição, apresentando todos os exames necessários para participação no teste.

Conforme a PM, José Luzia encontrava-se apto do ponto de vista médico-pericial e não possuía qualquer restrição vigente que contraindicasse sua participação no Teste de Aptidão Física.

A instituição também ressaltou que as avaliações de saúde e de capacidade física fazem parte da rotina funcional dos policiais militares e são exigidas pela legislação como requisito para processos de promoção na carreira.

Em nota, a Polícia Militar esclareceu ainda que a ocorrência de um evento médico agudo após esforço físico, por si só, não permite concluir a causa da morte nem estabelecer relação direta com a realização do teste. Segundo a corporação, a definição das circunstâncias do óbito dependerá de avaliações clínicas, hospitalares e médico-legais.

A PM do Piauí lamentou o falecimento do oficial e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de farda.

A corporação informou ainda que está prestando assistência à família do militar por meio do Centro de Assistência Integral à Saúde (CAIS) e do Plano de Assistência Funerária (PLANAF).

Fonte: Portal Clube News

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