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Adolescentes passam mal após tomarem medicamento tarja preta em escola no Piauí

Secretaria Municipal de Educação informou que uma equipe técnica está na escola e apura o caso. Adolescentes têm 13, 14 e 15 anos.

Três adolescentes passaram mal após tomarem um medicamento tarja preta dentro da escola municipal Valter Alencar, no bairro Vale Quem Tem, na Zona Leste de Teresina, nessa terça-feira (28.nov). Os três adolescentes foram atendidos e estão bem. A Secretaria Municipal de Educação informou que uma equipe técnica está na escola e apura o caso.

Os adolescentes têm 13, 14 e 15 anos. Segundo a administração da escola, um medicamento para distúrbios da ansiedade e agorafobia foi levado pelo menino de 13 anos, que uma pessoa da família fazia uso.

FOTO: REPRODUÇÃO

Entretanto, nesta terça, na companhia dos colegas mais velhos, o menino tomou 17 comprimidos de uma vez, e apresentou reações como convulsões e rigidez muscular.

Os outros dois, de 14 e 15 anos, tomaram uma dose menor do medicamento e ficaram letárgicos. Eles não têm prescrição de usar o remédio.

Os três foram atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os dois mais velhos foram atendidos e liberados para casa, mas o menino de 13 anos precisou ser internado, e foi liberado na manhã desta quarta-feira (29).

Por meio de nota, a escola municipal informou que realizou todos os procedimentos corretos, acionando o pronto atendimento de urgência e fazendo contato com a família e Conselho Tutelar.

A conselheira Renata Bezerra comentou que a curiosidade dos três meninos, natural na idade em que estão, os colocou em risco, e alerta para que os pais e responsáveis tentem evitar o acesso de crianças e adolescentes a medicamentos de todo tipo, principalmente os alucinógenos.

Nesta quarta-feira (29.nov), o Conselho Tutelar se reuniu com pais e responsáveis pelos adolescentes, para orientar sobre como lidar com a situação.

“Sabemos que eles estão nessa fase adolescente, de curiosidade, mas precisamos alertar sobre esses medicamentos, porque são um tipo de droga. É preciso ter muito cuidado”, disse a conselheira.


Fonte: RevistaAZ via G1/PI

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