
Jogadores de futebol não lidam apenas com treinos e partidas. Fora de campo, a profissão exige cuidados adicionais, que muitas vezes passam despercebidos pelo público. Entre eles está a proibição de pilotar motos, um hábito comum entre pessoas em geral, mas que se torna restrito quando se trata de atletas de alto rendimento.

Essa proibição não é fruto de lei ou regra oficial da FIFA, mas sim de cláusulas contratuais. Elas são criadas para proteger clubes e atletas de acidentes que podem comprometer temporadas inteiras e, em alguns casos, carreiras. É uma clausula bastante comum, mas não afeta “todos” os contratos.
Para entender melhor a questão, é importante observar como funcionam essas cláusulas, os exemplos de atletas que se envolveram em acidentes e casos de jogadores que só puderam dar vazão a essa paixão depois da aposentadoria.
O papel das cláusulas de risco dos jogadores de futebol
Nos contratos assinados por jogadores de futebol, os clubes costumam incluir cláusulas chamadas de “cláusulas de risco”. Elas definem limites para atividades que coloquem em perigo a integridade física do atleta.
Motos, esportes radicais, automobilismo amador, paraquedismo e até certos tipos de lazer entram nessa lista. O raciocínio é direto: clubes investem milhões em salários, transferências e direitos de imagem, e qualquer acidente fora de campo pode representar um prejuízo significativo.

Fonte: Motonline





