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João Gomes doa R$ 100 mil para ajudar menina de 2 anos com Síndrome de West no interior do Piauí

Há semanas, a família vinha realizando campanhas para arrecadar o dinheiro necessário para o tratamento.

O cantor João Gomes fez uma doação de R$ 100 mil para ajudar uma criança de apenas 2 anos, diagnosticada com Síndrome de West, paralisia cerebral e epilepsia. A menina também é cardiopata e já passou por uma cirurgia no coração. A pequena é natural de Betânia do Piauí.

Há semanas, a família vinha realizando campanhas para arrecadar o dinheiro necessário para o tratamento. Nesta quarta-feira (7), porém, foi surpreendida com a transferência de R$ 100 mil feita pelo cantor.

Gente, tô saindo do quarto, tô anestesiada. Tá caindo a ficha, não. Meu, eu estava agora há pouco justamente falando: “Por que justamente a neurocirurgiã não veio aqui ainda?” Meu Deus! Eu sabia que Deus ia abrir uma porta. Eu sabia, disse  Byanca Lima, mãe da pequena Jade Nascimento.

Veja!

Diante da intensificação das crises, a equipe médica indicou a implantação de um VNS (Estimulador do Nervo Vago), procedimento cujo custo estimado é de aproximadamente R$ 200 mil. A mobilização em torno da história da menina ganhou força nos últimos dias, com familiares, amigos e pessoas das redes sociais compartilhando a campanha.

A partir daí, João Gomes e Ari Mirelle fizeram contato com Byanca e confirmaram a doação de R$ 100 mil. Apesar da conquista, a mãe explicou que ainda existem custos que poderão surgir durante o tratamento e que o valor arrecadado corresponde ao montante estimado para a cirurgia.

Cantor João Gomes | FOTO: Redes Sociais

Com a meta inicial alcançada, a família agora se prepara para dar continuidade ao tratamento de Jade, seguindo as orientações médicas. Ela foi transferida para Teresina após a intensificação das crises, enquanto os familiares buscavam viabilizar o procedimento indicado pelos médicos.

Síndrome de West

A Síndrome de West é uma forma rara e grave de epilepsia que afeta principalmente bebês, geralmente entre o terceiro e o 12º mês de vida. A condição é caracterizada por espasmos epilépticos, que podem provocar movimentos bruscos e repetitivos, além de alterações no eletroencefalograma (EEG). Em alguns casos, também pode causar atraso ou regressão do desenvolvimento da criança.

A síndrome não tem uma cura definitiva, mas o diagnóstico e o tratamento precoces podem ajudar a controlar as crises e reduzir os impactos no desenvolvimento neurológico. Por isso, a criança precisa de acompanhamento médico especializado e tratamento adequado para cada caso.

Fonte: Meio News

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